Azeitona: fruto de uma árvore centenária


Com um sabor extremamente agradável ao paladar, a azeitona é o fruto de uma árvore da família das oleáceas que congrega mais de 30 espécies diferentes. Dentre elas, a mais conhecida é a Olea europea, ou simplesmente oliveira, uma árvore baixa, frondosa, com várias ramas e de troncos retorcidos. O seu principal detalhe é o que chama mais atenção: o período de vida de uma oliveira é um dos maiores do reino vegetal, sendo que algumas conseguem alcançar em média 700 anos. A mais velha de que se tem visto está localizada na Grécia, e tem pouco mais de 1.200 anos.

Para alguns povos, a oliveira recebeu como designação, a crença de ser a árvore da eternidade ,e por isso, todo o cuidado com a sua plantação deve ser mantido. A árvore não pode ser plantada em qualquer lugar, assim uma escolha equivocada pode significar uma ameaça por todo o seu tempo de vida, pois ela demora cerca de 40 anos para alcançar a maturidade. Por isso, o ideal é que o lugar não seja propício a ventos fortes e nem a correnteza de água após o degelo.

Embora tenha uma vida bem longa, a árvore é bem sensível ao frio muito intenso. Como prova disso, em 1956 durante um inverno muito rigoroso ocorrido na Espanha, o detrimento de olivais foi tão grande, que a perda foi de quase toda a colheita de azeitonas daquela época.

O que muitos ainda desconhecem é que a azeitona, diferentemente do tomate ou da laranja, não dever ser consumida logo após sua colheita, pois seu gosto é bem amargo. Desta forma, a azeitona precisa passar por um processamento antes de ser usada na culinária, levada à mesa ou simplesmente degustada.

Curiosidades

* A formação da azeitona é um processo bastante difícil. Para se ter uma ideia, a cada 20 flores da oliveira, apenas uma forma azeitona;

* Em condições normais, cada pé de oliva produz de 15 kg a 50 kg de azeitonas;

* Para se produzir 1 litro de azeite são necessários 5 kg do fruto;

* Na Espanha, por exemplo, a maioria absoluta dos 2,5 milhões de hectares de plantação de oliva são destinados à produção de azeite, que gira em torno de 550 mil toneladas. Desse total, 37% são exportados. Isso significa que poucas pessoas no mundo têm acesso a tão fina e saudável iguaria. Seria necessário produzir muito mais azeite para que a saúde da população do Mediterrâneo pudesse ser copiada em todo o mundo.

Tipos de azeitonas

A pergunta é: Por que existem azeitonas de várias cores?

No começo todas são verdes, depois, à medida que vai amadurecendo, suas cores vão mudando – de tons acastanhados para os roxos até alcançar a cor preta. Como resultado dessa mudança de maturação, o sabor e o aroma das iguarias vão se modificando. Há variedades que são melhores quando colhidas verdes e outras quando maduras.

Veja abaixo alguns tipos e suas origens:

Azeitona Preta Califórnia – Originária da Argentina, seu gosto é pouco artificial. Essas azeitonas são de consumo geral;

Azeitona Preta Chilena – Como o próprio nome já diz, elas são originárias do Chile. São naturais, graúdas e bem carnudas, com sabor acentuado e marcante para aperitivos finos;

Azeitona Preta Empeltre – Originária da Argentina, elas são naturais, com caroço médio e agrega um rico sabor para aperitivos diversos;

Azeitona Preta Fargas – Originária da Argentina, elas são bastante apreciadas em pizzas ou temperadas com óleo e especiarias;

Azeitona Preta Nevadilha – Originária da Argentina, essas azeitonas são de tamanho médio para miúda, com pequeno caroço, similar à Empeltre (Argentina);

Azeitona Preta Temperada – Originária da Argentina, elas formam um conjunto de temperos especiais em óleo, que dão incomparável sabor à azeitona. São fornecidas nos tipos Fargas, Empeltre e Nevadilha;

Azeitona Verde Arauco – Também originárias da Argentina, elas são do tipo carnudas. A mais conhecida de paladar saboroso é indicada para aperitivos e consagrada em fins culinários diversos;

 

Fontes: http://www.portalsaofrancisco.com.br/

http://www.wikipedia.com.br

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Um comentário sobre “Azeitona: fruto de uma árvore centenária

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